domingo, 1 de maio de 2011

EVASÃO ESCOLAR



EVASÃO ESCOLAR
Como manter todos na escola
É fácil culpar o aluno pelo abandono, mas o desafio de diminuir os índices de evasão exige que a escola repense suas práticas cotidianas

                               

Texto
Rodrigo Ratier
Foto: Montagem Mariana Coan sobre foto Marco de Bari
Nenhum a menos: para atrair, a escola deve ser um local de acolhida e de aprendizado
Imagine por um instante o momento mais agudo da aula mais difícil. Meia dúzia de alunos dormem nas últimas fileiras. Um trio troca mensagens de celular. Dois meninos se estapeiam. Uma turma discute sobre futebol. Nas primeiras carteiras, só um pequeno e compassivo grupo se esforça para prestar atenção naquilo que você, aos berros, tenta dizer. Nessas horas, um pensamento emerge: "Gostaria de ensinar apenas para os que querem aprender. Quem não está a fim que saia. Será melhor assim!"

Não será. O desafio de ser professor exige educar todos, sem exceção. O Brasil, por enquanto, está perdendo essa batalha. É verdade que os índices de acesso à Educação avançaram nas últimas três décadas (97,6% das crianças e dos adolescentes entre 7 e 14 anos estão na escola). Mas os indicadores de permanência - a taxa de abandono, que mostra os que não concluíram o ano letivo, e a de evasão, que aponta os que não se matricularam no ano seguinte - não caminharam no mesmo ritmo. Hoje, de cada 100 estudantes que ingressam no Ensino Fundamental, apenas 36 concluem o Ensino Médio.

terça-feira, 12 de abril de 2011


n a impressão de que as pessoas não sabem mais o que é paciência. Clientes, colegas de trãoTenho a impressão de que as pessoas não sabem mais o que é paciência. Clientes, colegas de trabalho, chefes e subordinados, todos literalmente “perderam a paciência” e não sabem mais onde encontrá-la. Até nossos melhores amigos parecem tê-la perdido em algum lugar. Isso sem falar de nossos familiares. Maridos, esposas, filhos, noras, genros, cunhados, primos, tios, todos vivem numa impaciência sem limites. Onde foi parar a paciência das pessoas?

A paciência é uma virtude que não pode ser confundida com a tolerância excessiva, com a aceitação da falta de qualidade, com o não cumprimento do dever. Uma pessoa paciente não é aquela que aceita tudo. É aquela que tem domínio sobre o seu ser. Tanto é verdade que o contrário da paciência é a ira, a raiva, a falta de controle sobre suas
emoções. E os melhores sinônimos da paciência são a serenidade e paz de espírito ou ainda a capacidade de resistência a influências externas e o domínio da própria vontade. Assim, quando digo que as pessoas estão “perdendo a paciência”, quero dizer que elas estão perdendo o controle sobre si mesmas e perdendo o domínio da própria vontade e se deixando levar pela emoção e não pela razão.

Benjamin Franklin afirmava que “quem tem paciência, obtém o que
deseja” e Isaac Newton disse: “Se fiz descobertas valiosas, foi mais por ter paciência do que qualquer outro talento”.

A paciência é, pois, uma virtude que deve ser cultivada pelas pessoas. Ela pressupõe um exercício constante de empatia – ou seja – de se colocar no lugar das outras pessoas. Requer a humildade para respeitar opiniões alheias mesmo que delas discordando. E para viver com saúde e qualidade nos dias de grande mudança em que vivemos é preciso muita paciência.

Pense nisso. Sucesso!!

da falta de qualidade, com o não cumprimento do dever. Uma pessoa paciente não é aquela
                                                             Qual é...
O dia mais belo? - Hoje...

A coisa mais fácil?- Equivocar-se...

O maior obstáculo? - Medo...

O maior erro? - Abandonar-se...

A raiz de todos os males? - Egoísmo...

A distração mais bela? - Trabalho...

A pior derrota? - Desalento...

Os maiores professores? - Crianças...

A primeira necessidade? - Comunicar-se...

De mais feliz a se fazer? - Ser útil aos demais...

O maior mistério? - A morte...

O pior defeito? - O mau humor...

A pessoa mais perigosa? - A mentirosa...

O sentimento pior? - O rancor...

O presente mais belo? - O perdão...

O mais imprescindível? - Orar...

O caminho mais rápido? - O correto...

A sensação mais grata? - A paz interior...

A expressão mais eficaz? - O sorriso...

O melhor remédio? - O otimismo...

A maior satisfação? - O dever cumprido...

A força mais potente do universo? - A fé...

As pessoas mais necessárias? - Os pais...

A coisa mais bela de todas? - O amor...

Madre Teresa de Calcutá

sexta-feira, 8 de abril de 2011

VIOLÊNCIA

NÃO DÁ PARA IMAGINAR A DOR  DAS FAMÍLIAS DO DIA 07/04/11, DATA ESSA MARCADA DE SOFRIMENTO E A CERTEZA QUE JAMAIS ESSE ABISMO SERÁ PREENCHIDO.
                                   KELY SOUSA - LUTO

MÚSICA


A importância da música no processo de ensino-aprendizagem


Os benefícios das aulas de música são vistos desde os primeiros anos escolares.
A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.

Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.

A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos, Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.
Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde a educação infantil.
Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

terça-feira, 5 de abril de 2011

Mudanças avaliativas


Ensino não é "adestramento" de habilidades. Como já mostrou Paulo Freire, só há aprendizagem quando houver participação consciente do aluno, como sujeito do processo. Os instrumentos de avaliação que sempre estiveram à disposição do professor são úteis e necessários. O que se precisa é repensar-lhos quanto às suas funções avaliativas. A prova, por exemplo, é sim, algo importante, mas ela avalia apenas alguns aspectos sobre a aquisição de conhecimentos.
A respeito disso, DEMO, 1987-55 esclarece: ... É mister estabelecer um roteiro de avaliação que permita a exploração aprofundada e convincente do fenômeno participante, para não se ficar apenas na análise de procedimentos burocráticos [...].
Somente através da auto-avaliação o aluno poderá conscientizar-se que de que ele é o principal agente avaliado. Esses momentos precisam ser favorecidos durante toda a aprendizagem, para que esta tenha um caráter significativo real do aluno.
Nessa perspectiva de entendimento. SANT'ANA, 1999-94 explica:

A auto-avaliação é capaz de conduzir o aluno a uma modalidade de apreciação que se põe em prática durante a vida inteira. Graças a ela os alunos adquirem uma capacidade cada vez maior de analisar suas próprias aptidões, atitudes, comportamentos, pontos fortes, necessidades e êxito na execução de propósitos. [...]. Uma vez que se espera do aluno a responsabilidade por sua própria aprendizagem, é importante que se considere que isto somente ocorrerá se ele tiver uma visão clara do que está tentando obter e de como está agindo a respeito.

A escola, portanto, deve propiciar condições para ajudar o aluno a pensar e refletir sobre si mesmo e sobre as suas realizações; dessa forma, a escola está preparando-o para uma aprendizagem significativa para a vida.
Para que a auto-avaliação tenha sucesso e possa garantir êxito, torna-se necessário que o professor acredite no aluno e ofereça condições favoráveis à aprendizagem, pois só assim este se sentirá seguro, confiante e manifestará autenticidade.
A auto-avaliação poderá ser expressa livremente ou obedecendo a critérios que podem ser registrados em fichas. Ex: Ficha de auto-avaliação.

Avaliação: Prêmio ou Punição?

segunda-feira, 28 de março de 2011

Educação Biocêntrica - teoria

 

 A teoria da Educação Biocêntrica vem sendo gestada no Ceará, enquanto processo pedagógico construído no diálogo permanente entre a teoria e a prática, desde a década de 80 do século passado, por Ruth Cavalcante e Cézar Wagner de Lima Góis e vem recebendo contribuições importantes de outros estudiosos.

Sua implantação vem recebendo o auxílio de muitos facilitadores de Biodança e de outros educadores abrangendo o ensino fundamental, educação especial, educação popular e ensino superior, estendendo-se atualmente também à ação comunitária e às organizações (Cavalcante, 2001).
Muito embora sua atuação ainda esteja restrita a essas áreas, a Educação Biocêntrica estende-se por todas as áreas de abrangência de ação relacional do ser humano. Muito mais que uma proposta pedagógica escolar, comunitária ou organizacional a Educação Biocêntrica passa a integrar um estilo de vida em favor da vida em um movimento constante de construção dialógica.
Enquanto teoria pedagógica, segundo Cavalcante (2001), a Educação Biocêntrica – a mais nova teoria inserida na chamada Tendência Pedagógica Evolucionária –, alia-se à Dialógica (Paulo Freire[1]), ao Construtivismo (Piaget, Vygotsky, Wallon, Emília Ferrero e Ana Teberosky) e ao Holismo (Pierre Weil e Roberto Crema).
A Tendência Pedagógica Evolucionária apresenta as seguintes características, segundo Cavalcante (2001: 38):
- compromisso com a vida: solidariedade com uma nova visão ético-política;
- busca a integração do ser humano com o Universo – cada parte do sistema contém informações do sistema completo.
- reeducação afetiva da vida e elevação do nível de consciência e desenvolvimento moral e ético;
- integração das ciências com as tradições, as artes, as religiões e a filosofia;
- novo código ligando mente ao coração, à sensação, à intuição, ao pensamento e ao sentimento;
- diálogo, codificação, decodificação e problematização da situação para compreensão do “vivido” até chegar ao nível mais crítico da realidade;
- cultivo das energias organizadoras e conservadoras da vida;
- compreensão de que tudo está em movimento, em constante fluxo de energia, em processo de mudança.
A Educação Biocêntrica, ainda para Cavalcante (2001), é reconhecida por:
- objetivar a reeducação da vida, ampliação de consciência, através do cultivo das energias organizadoras da vida e do desenvolvimento da inteligência afetiva;
- ter como referência, para o vínculo impulsionador das estruturas cognitivas, a vivência, os instintos e a expressão dos potenciais genéticos;
- realizar o fortalecimento da função de conexão com a vida;
- ser reflexiva e vivencial;
- propiciar o fortalecimento da pessoa como um todo;
- tomar a vida como referência para a construção do conhecimento, através da relação consigo mesmo, com o outro e com o ambiente.

Quem assume o fracasso escolar?

É obrigação do gestor escolar garantir que os estudantes aprendam. Será que ele conhece e desempenha essa tarefa com responsabilidade?


Nova-Escola

29/10/2009 17:17

Texto
Fernando José de Almeida

Foto: Getty Images
Foto: diretor de escola

Apesar de não assumirem, os diretores são grandes responsáveis pelo rendimento dos alunos e da escola

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A rotina de todo diretor é marcada pela variedade de atividades. Ao chegar à escola, o que ele planejou fazer naquele dia geralmente se perde em meio às emergências que surgem de todos os cantos. O telhado mal vedado, a falta de um professor, o acidente de um aluno, o recurso que não chegou. Tudo o obriga a reorganizar o plano de trabalho, sem poder adiar ou cancelar, é claro, as prestações de contas, as reuniões na Secretaria de Educação e a visita dos familiares dos alunos. Assim, as funções primordiais do cargo vão se perdendo e correm o risco de cair no esquecimento. Aliás, quais são elas mesmo?

Uma pesquisa feita pela Fundação Victor Civita (FVC), em parceria com o Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), constatou que o dia a dia do gestor é mais marcado por essas tarefas do que pelo que seriam as três principais preocupações inerentes ao cargo:
  • dirigir a relação entre ensino e aprendizagem; 
  • orientar para o saber; 
  • gerenciar o conhecimento.
Se a escola é o lugar formal do conhecimento, onde se formam o trabalhador de amanhã, o leitor e o escritor competente e o indivíduo ético, nada mais óbvio que a instituição tenha de ser bem gerida em todos os aspectos para funcionar com êxito. Porém a falta de uma visão integrada entre o administrativo e o pedagógico leva os diretores a outro equívoco, também apontado no estudo: nenhum dos gestores entrevistados atribui a si próprio a responsabilidade pelo baixo desempenho dos alunos. Há outros fatores que também espantam. Eles creditam a culpa pelos resultados ruins das escolas, no que diz respeito à aprendizagem, ao governo (48%), à comunidade (16%), aos professores (13%), aos alunos (9%) e até mesmo à escola (7%) - como se a instituição fosse um elemento independente de suas esferas constituintes.

Com isso, fica evidente que eles ainda desconhecem sua máxima obrigação e resumem sua atuação à burocracia. Mesmo que existam os coordenadores pedagógicos e as universidades e as Secretarias de Educação colaborem com o processo de formação em serviço dos docentes, a responsabilidade pelo desempenho insatisfatório dos alunos é do gestor. Durante as entrevistas da pesquisa, eles só assumem que a aprendizagem também os compete quando questionados diretamente sobre ela. Para que a direção da escola fosse citada (e ainda assim pouco responsabilizada) pelos entrevistados, foi preciso que os pesquisadores perguntassem a todos quem era mais responsável pelo aprendizado dos alunos. Assim, eles apontaram, em primeiro lugar, a comunidade (45%). Depois, os professores (42%), os alunos (29%) e só então a direção (26%) - esses e outros resultados são o tema da reportagem de capa da revista GESTÃO ESCOLAR de outubro/novembro. Os porcentuais indicam com clareza que os diretores acham que os alunos têm mais responsabilidade que eles se não aprendem. Assumem a tarefa, mas não o fracasso dela.

É como se o mundo da Educação vivesse o mesmo problema que recai sobre a seleção brasileira de futebol em época de Copa do Mundo. Todos se sentem técnicos e julgam ter as melhores estratégias para vencer um jogo. Mas ninguém se sente culpado quando a derrota ocorre e o problema fica no ar, sem autor. Por isso, o governo aparece na pesquisa como o primeiro responsável pelo fracasso: é uma estrutura impessoal, etérea, fluida, que funciona como se não tivesse sido eleita por ninguém.

O diretor não está sozinho nesse pensamento equivocado. Todos nós temos uma porção de responsabilidade. Ainda assim, é urgente o entendimento de que o gestor que não assume a tarefa de garantir a aprendizagem das crianças não compreende seu papel.

Fernando José de Almeida (gestao@abril.com.br) é filósofo, docente da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e vice-presidente da TV Cultura - Fundação Padre Anchieta.

Educação sobralense ganha destaque mundial

A educação sobralense continua sendo referência no nosso país. Esta semana, uma equipe da OCDE – Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico, entidade que congrega 31 países de alta renda e com elevado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), esteve em nossa cidade para a gravação de um programa especial que mostra a experiência exitosa desenvolvida no município, e que será apresentado em diversos eventos ao redor do mundo.
Na quarta-feira, 23, a equipe esteve Escola José da Matta, conhecendo o processo de aprendizagem dos alunos. Na quinta-feira, 24, foi à vez de acompanhar a reunião semanal dos diretores das 45 escolas municipais com a equipe do secretário Júlio Cesar Alexandre.
O trabalho, desenvolvido pela Pearson Foundation, de Washington/USA, já foi feito em países como a Polônia, China, Finlândia e Canadá, e a indicação de Sobral partiu do Ministério da Educação e da Secretaria de Educação do Estado.

Para ver os filmes já produzido em outros países acesse:

domingo, 27 de março de 2011

A Revista Nova Escola é um norte para o educador, abre um leque de possibilidades educacionais que nos permite uma visão mais clara sobre a educação, a revista esta na minha vida a pelo menos uns 12 anos e só tem contribuido com a longa estrada que todo educador trilha.
P A R A B É N S. Kely Sousa

EU FAÇO PARTE DA REVISTA NOVA ESCOLA.


Gestão Escolar


A fachada revela a identidade da escola

Muros e placas são elementos visuais que comunicam a identidade da instituição

Verônica Fraidenraich (gestao@atleitor.com.br)

Infográfico: Bruno Algarve
Mais sobre gestão do espaço

Artigo
Assim como as características de uma casa, uma loja ou mesmo um consultório médico revelam a identidade de seu uso e de seu público, o prédio da escola deve ter traços que a identifiquem enquanto instituição de ensino. A começar pela fachada, que, afinal, é um dos cartões de visitas de qualquer escola. Bem cuidada, ela será motivo de orgulho para todos que ali circulam.

A preocupação com esse espaço pode parecer insignificante, principalmente para os gestores, que têm de enfrentar muitos problemas de infraestrutura. No entanto, essa é uma questão estética que não diz respeito apenas ao fato de manter um lugar bonito para estudar e trabalhar. O essencial é que ele seja organizado de forma a receber bem alunos, professores, funcionários e a comunidade, demonstrando o respeito que a escola tem para com seus usuários. "Um ambiente limpo, ordenado e agradável fica convidativo para o ensino e a aprendizagem", diz Maura Barbosa, coordenadora da Comunidade Educativa Cedac e consultora pedagógica de NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR.

A divulgação da identidade da escola para a sociedade é tão importante que deve estar prevista em destaque no projeto político-pedagógico. "A falta de cuidado com a fachada e toda a área de entrada, por exemplo, pode revelar que esse assunto não foi discutido no PPP" , explica a consultora.

Para Agustín Escolano, professor de Filosofia e Lógica da Faculdade de Educação da Universidade de Valladolid, Espanha, os espaços educativos, como lugares que abrigam a liturgia acadêmica, estão dotados de significados: "Eles transmitem uma importante quantidade de estímulos, conteúdos e valores".

Muros sujos, por exemplo, mostram descaso com o patrimônio público. Já se eles forem bem acabados, coloridos ou grafitados - não pichados! - pelos alunos, significarão um cuidado com a preservação do local, servindo de estímulo e exemplo para que todos zelem por sua manutenção.

HTPC - Horário do tempo pedagógico coletivo

O HTPC nas escolas devem ser vistos como momentos de formação continuada, em que deve-se garantir que os professores reflitam sua prática pedagógica, é a reflexão-ação-reflexão. Para que haja então, maior participação dos professores o melhor seria ouvi-los sobre suas necessidades e dificuldades, mas sem deixar de lado as necessidades da legislação que incluem novos conteúdos ao currículo escolar. KELY SOUSA

sexta-feira, 25 de março de 2011

STF DECIDE AINDA EM MARÇO SOBRE PISO SALARIAL DOS PROFESSORES.

O Supremo Tribunal Federal decidirá até o dia 31 se a lei que instituiu o piso salarial dos professores deve valer ou não. A decisão ocorrerá durante o julgamento do mérito da Ação Direta de Inconstitucionalidade movida em outubro de 2008 pelos governos do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, Paraná, Ceará e Mato Grosso do Sul.
Os estados alegam que a lei fere o princípio da autonomia das unidades da Federação e regras de política orçamentária fixadas na Constituição.
O julgamento da ação neste mês foi anunciado pelo presidente do STF, ministro Cesar Peluso, a 21 integrantes da Frente Parlamentar em Defesa do Piso do Magistério e da Comissão de Educação da Câmara. O piso nacional fixado pelo MEC é de R$ 1.187,00 para professores da educação básica que cumprem jornada de até 40 horas semanais.
Fonte: Brasília Confidencial